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Como amante de cinema, estarei escrevendo neste blog sobre o assunto. Aqui você poderá ver informações, críticas amadoras, comentários, expectativas, opiniões e curiosidades sobre filmes e artistas. Boa leitura!

O Principe da Pérsia


Um dos primeiros jogos feitos para PC (rodava no MS-DOS) e hoje produto do onipresente PlayStation, Prince of Persia ficou famoso por ser o primeiro jogo a interagir lutas de espadas, quebra-cabeças e armadilhas mortais com o realismo possível do ano de 1989. O enredo é bem enxuto, o Prince (finalmente sabemos seu nome, é Dastan) nasceu no ano de 500 D.C. e apesar de ser chamado de Principe, é filho adotivo do rei da Pérsia (a Pérsia hoje é o Irã!) foi educado e treinado, tendo um dia lutado e derrotado o mago Jaffar, como recompensa se casando com uma princesa, e essa é a história do primeiro jogo. No filme (baseado no Prince of Persia 5, de 2003, daí o título Areias do Tempo) ou fizeram outro Prince, ou então o cara tem um harém porque ele termina esse com um princesa nova.



É um filmão, efeitos especiais excelentes, atores ótimos, filme longo, envolvente e bem humorado, só me irritou um pouquinho porque em um determinado momento o Prince consegue a proeza de ter a adaga mágica roubada PELA SEXTA VEZ. Vai ser distraído assim lá longe. E também acho que não exploraram as outras potencialidades da adaga, na história original ela era capaz de manipular a água, o fogo, o vento e a terra, mas no filme ela só tem um poder. Mas é um dos melhores filmes do ano até agora e mesmo quem nunca ouviu falar no jogo vai gostar, é uma experiência de ficção maravilhosa, com cenas de ação empolgantes em um mundo de ficção tão realista quanto Avatar.

Só tem um furo grave, quem assistir e descobrir me diga, mas é algo realmente primário, mais ou menos no ínicio. Além disso segue aquele padrão de história conhecido nosso, um personagem inicialmente simplório, que passa por experiências difíceis que o vão transformando e fortalecendo, tirando-o de uma realidade antes medíocre para o encontro com um grande amor, enquanto na sub-trama, amigos se tornam inimigos e inimigos se tornam amigos. Todos esses elementos estão lá, já é uma fórmula da Disney.

Mas recomendo com quatro estrelas!

2 comentários:

Sidney disse...

Não gostei tanto assim do filme! Achei bem morno! E a propósito... Não notei o erro que você citou.

Marcos disse...

o erro foi que Nizam, o tio de Dastan sendo o traidor, influencia o irmão de Dastan a invadir a cidade sagrada (contra a vontade do rei), com o objetivo secreto (revela-se no final) de encontrar a adaga mágica.

Cidade invadida, tesouros saqueados, o irmão de Dastan repara na reluzente adaga na cintura de Dastan e a pede de presente. Nizan que tá passando na hora, impede que o presente seja dado, dizendo que Dastan já deu muito naquele dia, tendo ganho a guerra praticamente sozinho e que não seria justo.

Se Nizan tinha grande influência sobre o mais velho e quase nenhuma sobre Dastan, seria mais lógico permitir que dastan desse a adaga pro irmão, e depois pedí-la, ou roubá-la do irmão mais velho. Mas pelo menos a adaga estaria segura, pois com Dastan, briguento e farreiro a adaga poderia se perder a qualquer momento.

Isso teria evitado toda a trama complicada de assassinato e jogar a culpa em Dastan, o objetivo de Nizan poderia ter sido alcançado ali, mas incrivelmente, ele não "reconheceu" a adaga mágica. desnecessário e compromete a trama toda...

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