
Quinze anos, cinco Oscar e 6 bilhões de dólares depois, o filme que foi o ínicio de tudo para a Pixar finalmente chegou ao fim. O capítulo final trata da comovente despedida entre Andy e seus brinquedos, com cenas realmente tocantes que com certeza farão as mulheres chorarem, e alguns marmanjos também. Comparando com o primeiro de 1995 (que girava em torno dos cíumes de Woody com o récem-chegado novo brinquedo Buzz Lightyear) e o segundo de 99 (sobre o sequestro e o resgate de Woody por um colecionador inecrupuloso) este é de longe o melhor filme da trilogia, com a dose certa de nostalgia, ingenuidade, beleza e simplicidade que se espera de um filme infanto-juvenil, chegando a falar mais aos adultos que as crianças, que poderão achá-lo pesado em alguns momentos (a cena do abandono dos brinquedos Urso, bebê e palhaço é muito, muito triste), mas é compensado com a atuação hilária da até então figurante Barbie e seu novo namorado Ken, responsáveis por cenas divertidíssimas, assim como o Sr. e a Sr.ª Cabeça de Batata.
Pra resumir, Andy decidirá doar seus brinquedos (todos exceto o caubói Woody, que claro, não aceitará tão bem a separação) que vão parar numa creche, e o que inicialmente parecia ser o paraíso logo revelará segredos inauditos e sofrimentos terríveis para os novos recém-chegados, que precisarão de toda a força da sua amizade, para vencer as adversidades.
Pra quem não se emociona fácil, que espere a cena final. Ao contar um pouco da nossa própria história o filme mostra a despedida que nós todos um dia fizemos. Assista.








